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Pleno absolve Aguirre e Moisés
12/09/2018 20h35 | STJD

Daniela Lameira / Site STJD
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O Botafogo teve os atletas Aguirre e Moisés absolvidos em grau de recurso no STJD do Futebol. Os atletas foram julgados na noite desta quarta, dia 12 de setembro, em sessão itinerante realizada no novo plenário do TJD/AM. Em primeira instância Aguirre também foi absolvido, mas Moisés tinha recebido a pena mínima de advertência. A decisão foi proferida por maioria dos votos.

Em sessão, após exibição das provas de vídeos constantes no processo, Felipe Bevilacqua, Procurador-geral, sustentou o pedido no recurso. “O carrinho poderia ter causado dano ao adversário. O recurso entende que não só pelo carrinho seria necessário uma punição. O pisão, a gravidade existe. Um pisão com a trava da chuteira , mesmo que o atleta do Flamengo não simulou e não forçou uma barra, poderia gerar uma confusão se outros tivessem visto. Entende a Procuradoria que o árbitro não viu o lance, apesar de estar bem perto e foi sim uma infração grave que merece punição.

Defensor do Botafogo, Aníbal Rouxinol Segundo iniciou sua sustentação em defesa de Aguirre. “Louvo a Procuradoria que num esforço tenta trazer algo que não ocorreu. Rodrigo Aguirre as imagens são claríssimas no sentido de mostrar e evidenciar que apenas disputou a bola de forma afoita. Na Comissão Aguirre foi absolvido por unanimidade. Atleta uruguaio, entrou no segundo tempo com vontade excessiva e acabou cometendo a falta”, sustentou e continuou.

“O caso do Moisés acaba trazendo insegurança jurídica. Quando o artigo 58-B foi inserido no CBBJD não sei nesse caso que estavam pensando.   O Moisés faz falta no adversário e ao cair ele passa e acaba encostando a ponta da chuteira. O Matheus Sávio não sentiu por não ter tido força, contundência ou qualquer coisa que pudesse ensejar uma denúncia. Não há nenhuma prova e nem ouviram o árbitro dizendo se viu ou não. Isso aconteceu a um metro do auxiliar e sem ninguém na frente para impedir a visão. Presenciaram e entenderam que não era passível de cartão amarelo ou vermelho”, concluiu.

O Auditor Décio Neuhaus iniciou seu voto pensando em manter a decisão de primeira instância, mas reformou para absolver Moisés.

Divergindo do relator, o Auditor Ronaldo Piacente manteve a absolvição do Aguirre e aplicou uma partida a Moisés por ato desleal (artigo 250), sem conversão.

Os Auditores Mauro Marcelo de Lima e Silva, Arlete Mesquita, Antônio Vanderler e o Presidente Paulo César Salomão Filho acompanharam o relator entendo que o bandeira viu o lance e não puniu. Já o Auditor Eduardo Mello acompanhou o voto divergente para punir Moisés com uma partida.


As informações de cunho jornalístico produzidas pela Assessoria de Imprensa do STJD não produzem efeito legal.