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Bota x Santos: Gilson e Veríssimo julgados
09/08/2019 14h53 | STJD

Daniela Lameira / Site STJD
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As expulsões na partida entre Botafogo e Santos, pela Série A do Campeonato Brasileiro foram julgadas pela Quarta Comissão Disciplinar. Por jogada violenta, o zagueiro Lucas Veríssimo recebeu uma partida de suspensão, enquanto o lateral Gilson foi absolvido de denúncia por ato desleal ou hostil. A decisão, proferida por unanimidade nesta sexta, dia 9 de agosto, cabe recurso.

Lucas Veríssimo cometeu falta dura em Gilson e acabou expulso nos primeiros minutos do segundo tempo. Aos 26, Gilson recebeu o segundo amarelo por derrubar Marinho na entrada da área.

Para a Procuradoria Veríssimo cometei jogada violenta descrita no artigo 254 e Gilson ato desleal previsto no artigo 250, ambos do CBJD.

Advogado do Santos, Marcelo Mendes exibiu prova de vídeo com o lance e sustentou. “Falta um pouco mais ríspida, mas o grande detalhe que o Veríssimo já tinha feito o movimento antes do adversário ter dado o tapa e mostra que a intenção dele era atingir a bola. Por chegar atrasado e ter visado a bola não era lance para o amarelo. Acredito que a expulsão é mais do que suficiente. O pedido da defesa é pela absolvição por entender que o lance não merece ser tipificado como infração disciplinar”.

Do lado do Botafogo o advogado Aníbal Rouxinol juntou prova documental e de vídeo. O defensor do Botafogo sustentou o pedido de absolvição a Gilson por entender que sequer houve falta no lance. “Prova de vídeo robusta de que o árbitro Heber Roberto Lopes interpretou de forma errada a jogada. Se equivocou de forma clara. O jogador do Santos escorrega e acaba induzindo o árbitro a uma falta que não ocorreu. O árbitro acabou compensando a expulsão da equipe adversária”, defendeu.

Com o mesmo entendimento das defesas, o relator do processo, Auditor José Maria Philomeno justificou seu voto: “No caso do Gilson nem falta foi. Absolvo. Veríssimo foi falta temerária por um carrinho lateral em velocidade. Por mais que visasse a bola não tinha como não atingir o outro jogador. Aplico uma partida no artigo 254”, votou.

O voto do relator foi acompanhado pelos Auditores Luis Felipe Procópio, Alcino Junior Guedes, Sérgio Henrique Furtado e pelo Presidente Luiz Felipe Bulus.


As informações de cunho jornalístico produzidas pela Assessoria de Imprensa do STJD não produzem efeito legal.