LEIA MAIS@ 22/02/2018 - 20h00 | TJD/SC recebe Pleno do STJD
LEIA MAIS@ 22/02/2018 - 15h38 | Pleno fixa três jogos para organizadas do Ceará
LEIA MAIS@ 19/02/2018 - 11h08 | Pleno confirma sessão em Balneário Camboriú
LEIA MAIS@ 16/02/2018 - 18h29 | Afastamento das organizadas do Ceará em pauta
LEIA MAIS@ 08/02/2018 - 19h02 | Expediente STJD / Carnaval

Atleta do Ríver tem conduta desclassificada
13/07/2017 13h26 | STJD

Daniela Lameira / Site STJD
a A

Punido com quatro jogos de suspensão e multa de R$ 100 por ofender o árbitro em partida da Série D, o atleta Humberto Marques, do Ríver, teve a pena reformada em última instância. Em recurso julgado nesta quinta, dia 13 de julho, os Auditores , por maioria, desclassificaram a conduta para desrespeito e aplicaram uma partida de suspensão no artigo 258.

Diante do Pleno, o advogado Isaac Chaficks defendeu o atleta e sustentou: “O atleta reclamou e não tem como negar que foi desrespeitoso, mas a intenção era de reclamar de uma falta mal marcada e não ofender. O xingamento foi fora do contexto e, por essa razão, a defesa pede a desclassificação na conduta para o artigo 258”.

No entendimento do relator do processo, Auditor Mauro Marcelo o atleta ofendeu o árbitro. “Falar com o árbitro é uma coisa e reclamar é algo completamente diferente. No ambiente desportivo é certo que alguma coisa ditas são levadas em consideração pelo calor do jogo. No caso específico, o árbitro relata que foi agredido de forma vernal. Houve a vontade de dizer e foi direcionada ao árbitro. Nega provimento ao recurso para manter a pena de quatro jogos e multa de R$ 100”, justificou.

O Auditor Décio Neuhaus divergiu para desclassificar a conduta para o artigo 258, inciso II e aplicar uma partida de suspensão por desrespeito.

Os Auditores João Bosco, José Perdiz e Otávio Noronha acompanharam o relator no enquadramento em ofensa, enquanto os Auditores Arlete Mesquita , Antônio Vanderler e Paulo César Salomão Filho acompanharam o voto divergente para desclassificar a conduta para desrespeito. Com o empate a pena mais benéfica ao denunciado é a que prevalece.


As informações de cunho jornalístico produzidas pela Assessoria de Imprensa do STJD não produzem efeito legal.